(Fonte: bamftostarcity)

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Black Belt magazine 1967. ”KATO” - Bruce Lee from the TV Show, “Green Hornet.”
Bruce Lee (Kato) & Van Williams (Britt Reid / Green Hornet)
(via kongunbound)

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AVISO AOS (des)INTERESSADOS
O fato das pessoas postarem indiretas no Facebook sobre os meus posts não me fará mudar de opinião.
Não que eu seja avesso à mudanças, mas só o argumento inteligente é que poderá cometer essa façanha.
Eu, e as pessoas, perdemos uma boa oportunidade de aprender com vocês (que mandam indiretas) e de conhecer outras opiniões.
O mínimo que pode acontecer é o início de uma longa amizade…
E o máximo, o final de uma!
— Rogério A. Soares
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ALGUÉM ME MATE, POR FAVOR!!!
Quando você achava que já tinha visto de tudo…
Que não podia piorar…
E sobreviveu à foto da 2ª via do RG…
Você vai pra fazer a renovação de sua Carteira de Habilitação e é obrigado a tirar AQUELA foto no Poupatempo…!
— Rogério A. Soares
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POLIGLOTA OU TROGLODITA?
YOU SPEAK ENGLISH, PARLA ITALIANO Y HABLA ESPAÑOL…
QUE BOM!
JÁ APRENDEU A ESCREVER CERTO EM PORTUGUÊS, FILHO?
— Rogério A. Soares
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RELIGIÕES, DOGMAS & OPORTUNISMO
TODAS as religiões — e principalmente elas —, têm a sua carga de cinismo.
Quando a ciência prova que, em algum momento, as suas “Escrituras” estão certas, os religiosos exultam.
Quando a mesma ciência prova que, em algum momento, estão erradas, praguejam…!
Quem foi que disse que para se ter fé tem que ser burro?
— Rogério A. Soares
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AO RUFAR DOS TAMBORES
E mais uma vez o desrespeito assolou o lugar onde moro, aqui em Santos, com batuques até, pelo menos, depois das 4 da madrugada.
Como se não bastasse isso, rojões ribombavam às mesmas horas insones de toda essa bagunça.
Pela manhã eu, depois da noite mal dormida e saindo para dar aula, vi que ainda restavam alguns “foliões”.
Mesas na calçada, rostos tortos, olhares vermelhos e injetados… Que conversas será que saiam dali àquela hora?, me perguntei.
Notava-se, mesmo que eu não quisesse, toda a sujeira que a incivilidade pode deixar.
Notava-se, mesmo que eu não quisesse, destroços cambaleantes, resultados da bebedeira de ontem.
Na volta, os entorpecidos já tinham ido embora. Eles precisavam dormir, descansar, afinal hoje, 1º de maio, é feriado…, pra eles!
Ainda, jogadas na calçada, perigosas garrafas de vidro, de vodka; garrafas de refrigerante e toda a sorte de imundície que encontros desses, sem respeito ao próximo, podem promover.
Por que será que no Embaré, no Boqueirão ou em qualquer outro bairro onde morem alguns frequentadores dessa “balada”, não têm esse tipo de “acontecimento social”?
A resposta é que os filhos e as filhas deles têm que dormir; os pais e as mães deles têm que descansar… Então é melhor que essa coisa esteja bem longe da porta deles.
Eles vêm, fazem barulho, sujeira e quando tudo acaba (ou eles se acabam) vão para os seus carros e retornam às suas ruas limpas e muito menos barulhentas.
Mais uma vez, apressado por passar em meio à sujeira, esqueci de fotografar, para postar aqui, a rua. A rua que já foi minha e onde o respeito, apesar da humildade do lugar, era compartilhado por todos.
Enfim, de novo, deixo aqui o meu protesto.
Hipocrisia há em todos os lugares, mas pelo que eu aprendi, ela é muito mais poderosa em algumas pessoas que se dizem desfavorecidas pela vida.
Essas pessoas, usando isso como desculpa, acham-se no direito de roubar o direito dos outros. O direito daqueles que precisam dormir, que precisam trabalhar e que precisam, como eu, dar a volta no quarteirão para chegarem às suas próprias casas — e, de manhã, desviar de porcaria no chão!
Devem estar acordando agora…
Perderam todo o dia dormindo e passarão o pouco que resta dele tentando lembrar de como foram tão felizes ontem!
Foram ontem, porque hoje…
— Rogério A. Soares
(Fonte: facebook.com)

“Quem fica na ponta dos pés, tem pouca firmeza.”
— Lao Tsé (ou Lao Tzu)
(*) como uma frase tão pequena pode dizer tanto…?

QUE “REI” SOIS VÓS?
Roberto Chato, digo, Roberto Carlos, segundo a Revista Veja(*), tenta, mais uma vez, proibir uma publicação.
Desta vez o nome da vítima (ou do livro) é Jovem Guarda: Moda Música e Juventude. A autora desse livro ousou publicar um estudo sobre a jovem guarda sem pedir a autorização do cantor.
Sem mencionar qualquer intimidade sobre a vida de Roberto Carlos, o livro nada mais é do que uma análise das mudanças de comportamento e estilo insufladas (como diz a revista) na juventude dos anos 60 por esse movimento musical.
É estranho que um camarada que tenha ficado milionário mandando todo mundo pro inferno, hoje além de santo — e “rei” —, virou uma pessoa cheia de recalques, manias, caprichos e um censor voraz.
Este último livro, aliás, nem ele nem seu fiel advogado, leram…!
Uma coisa é certa: ninguém torna-se um megalomaníaco sem o consentimento de outro. Todos temos o direito à privacidade, mas certos atos bizarros tornam-se certos mediante a aceitação pública.
SE ÉS FAMOSO ENTÃO TUDO PODES!
É o caso de muitos jogadores de futebol. Sim, esses mesmos que vocês estão pensando (claro, eles não podem faltar).
Feios como o capiroto, cabelos ridículos, cheios de manias, carrões, iates, bonés ao contrário…
Quando fazem merda dizem que não ligam para a opinião da torcida, para a opinião pública, mas é só fazerem a “social” — autógrafo, beijinho, foto —, que o brasileiro trouxa os julga humildes; do povo.
Tem jogador que sobe o morro esbanjando humildade, mas não revela que a casa a qual visita tem piscina, hidromassagem, mulheres e todo o tipo de vício que se queira usufruir.
Se você, como eu, é também um “duro”, nunca se valorize nem ande de cabeça erguida, altivo. Para todos você será um metido, exibido e um convencido. Se não parar num boteco pra “tomar uma”, então, é porque não se mistura com os pobres.
Sempre me pergunto: como os autodenominados “pobres” têm tanto dinheiro pra “cerva”, cigarro, bolinho de bacalhau e churrasco…??
Deixa pra lá…
Voltando ao assunto Roberto Carlos, não sei como o “Tremendão” Erasmo Carlos ainda continua sendo amigo de um “mala” desses.
Alguém precisa dizer para o “Dom Roberto” que quanto mais, desse modo, ele tentar proteger a sua imagem, mais ele a suja.
Infelizmente falar em Deus, andar de branco e jogar rosas por aí não é o suficiente quando, por trás, esconde-se o narcisismo mal resolvido de um homem cheio de mágoas e falsos poderes.
Na verdade Roberto Carlos já começou se dando mal quando trocou seu calhambeque por uma lamborghini…
Humildade?
Eu ainda prefiro o “Tremendão”!
— Rogério A. Soares
(*) Revista Veja, edição 2319 - ano 46 - nº 18, de 1º de maio de 2013.
(Fonte: facebook.com)